Mostrar mensagens com a etiqueta Pantone. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Pantone. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Pantone: Uma referência (Parte 4)

E agora duas curiosidades:
As cores PANTONE são tão exactas que até estão contempladas na legislação de alguns países no que respeita às cores das suas bandeiras. Por exemplo, o Parlamento da Escócia debateu o estabelecimento do Pantone 300 como a cor da sua bandeira. Da mesma forma, outros países como Canadá e Coréia do Sul indicam cores PANTONE específicas para produção dos seus símbolos nacionais
E sabem qual foi A Cor de 2009? O Amarelo. O Pantone Color Institute, a autoridade mundial em cor, determinou que a cor de 2009 teve como inspiração o calor Sol e a cor da flor da árvore Mimosa, que encontramos na Austrália. Inclusivamente o Instituto determinou o nome da cor como Mimosa.

Pantone: Uma referência (Parte 3)

A genialidade da ideia teve os seus frutos.
Enquanto o processo CMYK é o método padrão para impressão da maioria dos materiais do mundo, o sistema PANTONE é baseado em uma mistura específica de pigmentos para se criar novas cores.
Com este sistema podem criar-se cores especiais como cores metalizadas e fluorescentes.
E como tratou as cores como números, sem referências regionais ou de aplicação restrita, tornou-se efectivamente universal.
Sendo um numero, a cor não está sujeita à subjectividade de cada individuo, região ou Nação. O Pantone 655 é igual em Portugal, no Japão, no Suriname e na Guiana Francesa.

Pantone: Uma referência (Parte 2)

No post anterior vimos que o primeiro catálogo Pantone foi publicado em Setembro de 1963.
Mas o que é afinal o catálogo Pantone?
O catálogo Pantone é um pequeno manual de cores padrão em forma de leque.
Ciente que o espectro de cores é visto e interpretado de forma diferente por cada pessoa, Herbert idealizou, inventou e publicou o PANTONE MATCHING SYSTEM (popularmente conhecido como Guia Pantone).
Assim temos um pequeno livro unido num só ponto (que nos permite abri-lo em forma de leque), com várias "tiras" de papel com vários tons de cada cor impressos na frente.
A cada tom, Herbert atribuiu um código e desta forma sistematizou as cores, tornando a sua utilização uniforme em todo o mundo.
Assim, o Cliente poderia pedir à gráfica para imprimir o Pantone 655 e esta teria as indicações precisas sobre a composição da cor no sentido de produzir exactamente o que o Cliente lhe pedia.
Um sistema tão genial pela sua simplicidade.

Pantone: Uma referência

Como fã do sistema Pantone, dedicar-lhe-ei as minhas primeiras entradas.
Um breve resenha histórica da sua criação e desenvolvimento.
Tudo começou em 1963, quando Lawrence Herbert publicou o primeiro catálogo de cores.
Este catálogo foi fruto de uma visão de Herbert enquanto trabalhava na sua empresa em Manoochie, Nova Jérsia, que se dedicava à impressão de catálogos de cor para a industria de cosméticos.
Conhecendo os problemas que a comunidade das artes gráficas tinha associados com a produção precisa de combinações de cores, Herbert teve a inspiração de criar o primeiro sistema de identificação, combinação e comunicação de cores.
Iniciando a prosecução da sua visão em 1962, foi em Setembro de 1963 que publicou o primeiro catálogo Pantone.
Mais sobre este assunto em posts posteriores...